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O que é o custo do capital próprio?

Sublinhado numa notícia financeira real. Explicado pelo Clicked.

Usado numa frase

The Daily Ledger · Markets

Analysts put the company's cost of equity near 11%, well above the 5% it pays on its bonds.

O leitor sublinhou uma palavra no meio do artigo. O Clicked explicou o termo financeiro «cost of equity» em linguagem simples:

Explicado em três níveis

Os mesmos fatos, outra vibe — Modo slang 😎

O método Clicked

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Overview

O custo do capital próprio é o retorno anual que os acionistas de uma empresa exigem por manter suas ações, dado o risco. Nenhum contrato o estabelece, mas o custo é real: acionistas esperam dividendos e valorização, e levam o dinheiro para outro lugar quando a empresa não entrega. Ele é maior que os juros da dívida da empresa. Numa quebra, os acionistas recebem por último e podem ficar sem nada. Dinheiro com cara de grátis, precificado por expectativa.
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Overview

O custo do capital próprio é o que os acionistas exigem por possuir as ações de uma empresa, e é o dinheiro mais caro que uma empresa usa. Nenhuma fatura chega. A fatura é invisível: entregue os dividendos e o crescimento, ou veja os acionistas irem embora levando o preço da ação junto. A dívida custa o que o contrato de empréstimo disser. O capital próprio custa o que for preciso para os donos não irem embora. 😎

Uma ideia rápida — muitas vezes é tudo de que você precisa.

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Detail

O custo do capital próprio é o retorno que os acionistas de uma empresa exigem, por ano, pelo risco de possuir suas ações. É um número visto de dois lados. Para o acionista, é o retorno que faz valer a pena segurar a ação; para a empresa, é o preço de usar o dinheiro dos acionistas em vez do dinheiro de um credor. Ele é maior que o custo da dívida por causa da posição de cada um se a empresa quebrar. As regras de falência pagam os credores primeiro, e os acionistas recolhem o que sobrar, que pode ser nada. Como nenhum contrato estabelece a taxa, ela precisa ser estimada. A ferramenta padrão é o CAPM, o modelo de precificação de ativos de capital, e a lógica dele é simples. Parta do retorno de um investimento seguro, como um título público. Depois acrescente um extra por assumir o risco da ação, escalado pela intensidade com que a ação oscila em comparação com o mercado. Uma empresa de serviços públicos estável ganha um acréscimo pequeno; uma empresa jovem e volátil, um grande. A estimativa vira a metade de capital próprio do WACC, a taxa média que uma empresa paga por todo o seu dinheiro.
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Detail

O custo do capital próprio é o que os acionistas cobram pelo dinheiro deles — e eles cobram mais que qualquer banco. O banco manda a fatura e os acionistas não mandam nada, e mesmo assim os acionistas cobram mais. O motivo é a fila de pagamento quando a empresa afunda. As regras de falência colocam o banco na frente e os acionistas lá no fundo, onde o pagamento é o que sobrar — e às vezes é zero. Ficar no fundo da fila é um serviço, e o fundo cobra por isso. Ficar ali custa caro. Como ninguém assina uma taxa, o número é estimado, normalmente com o CAPM. A receita: pegue o que um título público entediante paga, depois empilhe um prêmio por cima pelo risco da ação, dimensionado pela violência com que a ação balança quando o mercado se move. Uma empresa de energia sonolenta ganha um prêmio pequeno. Uma biotech com um único produto ainda em testes ganha um grande, precificado pela chance de o único produto continuar em testes. 😎

Quer mais? Um clique aprofunda.

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Analogy

Duas ofertas de emprego. Uma é um cargo assalariado num empregador estável, pagamento modesto e certo. A outra é uma vaga numa startup, paga em parte com um bônus que só chega se o ano for bom. Ninguém aceita o segundo emprego pelo salário do primeiro. Para assinar, você exige um número maior, o suficiente para a aposta valer a pena — e quanto mais frágil a startup parece, maior o número que você pede. Um acionista faz a mesma exigência com dinheiro em vez de trabalho. O emprego seguro é o investimento seguro, e as ações são o emprego na startup. O retorno completo que faz um acionista escolher as ações é o custo do capital próprio da empresa — e quanto mais frágil a empresa, mais alto ele fica.
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Analogy

Seu primo abre um carrinho de café e te oferece um quarto dos lucros por mil dólares de entrada. Não há devolução prometida nem taxa. Se o carrinho afundar, o fornecedor e o cara que alugou a máquina para ele recebem do que sobrar, e você fica com o que restar depois deles — provavelmente nada. Então você faz as contas em voz alta: o banco te pagaria quatro por cento para não fazer nada, e isto aqui é um carrinho de café tocado pelo seu primo. Você quer a perspectiva de bem mais que quatro antes de entregar o dinheiro. O retorno completo que te faz entrar, bem acima dos quatro do banco, é o custo do capital próprio do carrinho. 😎

Conceito novo? Um exemplo do dia a dia faz clicar — novas analogias quando quiser.

Explicações de IA podem conter erros · Não é aconselhamento profissional

Definição formal — O mesmo termo, explicado da forma habitual

O custo do capital próprio é a taxa de retorno exigida pelos titulares das ações ordinárias de uma empresa como compensação por suportar o risco residual da propriedade. Não é estabelecido contratualmente e deve ser estimado, mais comumente por meio do modelo de precificação de ativos de capital (CAPM), segundo o qual o retorno exigido é igual à taxa livre de risco acrescida do prêmio de risco de mercado escalado pelo beta do título, sendo este a sensibilidade dos seus retornos aos do mercado. O custo do capital próprio excede o custo da dívida do mesmo emissor, refletindo a subordinação dos direitos dos acionistas, e constitui o componente de capital próprio do custo médio ponderado de capital (WACC). Serve como taxa de desconto aplicável aos fluxos de caixa atribuíveis aos acionistas.

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